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  • Camile Just

A Revolução que está transformando a educação


Sir Ken Robinson se tornou um líder global amplamente reconhecido nos esforços para transformar a educação.


Cedo na vida, ele teve poliomielite e reaprendeu a andar a muito custo, onde seu pai ainda em sua infância lhe disse:


“Você vai ter que ganhar a vida com a cabeça; precisa se concentrar na educação”.


No seu best seller Escolas Criativas: a revolução que está transformando a educação , Sir Robinson apresenta soluções práticas e inovadoras para revolucionar a educação, convidando o leitor a repensar o verdadeiro propósito da criatividade, da aprendizagem e do ensino.


Nas últimas 2 décadas, Ken Robinson se dedicou a falar de educação, por acreditar que as crianças nascem curiosas, com talentos naturais que devem ser desenvolvidos pelas escolas.


Entretanto, segundo ele, o foco em matemática, leitura e provas, às custas do ensino de arte e de atividades criativas, acabava por sufocar suas habilidades.


Em 2006, ele proferiu a palestra mais assistida da história do TEDx: “As escolas matam a criatividade?”.


Em seus 18 minutos de palestra, Robinson ressalta as características dos melhores sistemas educacionais, a valorização da profissão de professor e da importância da criatividade como algo essencial para viver e navegar em um mundo imprevisível.


Robinson usa como fio condutor de sua palestra o que chama de “3 princípios para a natureza humana florescer” e mostra, com exemplos, como os sistemas escolares não permite que essas características sejam desenvolvidas.


O 1º princípio, diz ele, é que nenhum ser humano é igual, embora os programas educacionais se preocupem em tratar as crianças como seres iguais.


O 2º é a curiosidade: “Se conseguir acender a fagulha da curiosidade em uma criança, ela aprenderá sem ajuda extra”, afirma.


O 3º é que a criatividade é inerente à vida e é por isso, brinca ele, “que a cultura humana é tão interessante, diversa e dinâmica.


“A melhor evidência da criatividade humana é nossa trajetória pela vida. Nós criamos nossas próprias vidas.


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