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  • Camile Just

Como iniciei minha carreira como AV


Quando tomei a decisão de deixar o meu trabalho formal para empreender, eu não sabia ao certo quais seriam os novos rumos da minha carreira.


Naquela época, em 2015, a profissão de AV era pouco conhecida aqui no Brasil e estava muito associada ao secretariado remoto - que é sim um dos campos de atuação, mas não se restringe a isso.


E eu queria ir além, pois meu trabalho anterior me proporcionou adquirir experiência nas áreas comercial e financeira devido à gestão da minha equipe de vendas.


Porém, enquanto eu pesquisava sobre este novo mercado - e sobre de que forma eu poderia atuar ou apresentar o meu trabalho a possíveis clientes - fui recebendo propostas para me recolocar novamente no mercado.


Neste momento, apesar do medo e das incertezas quanto à essa profissão, eu pratiquei um exercício que hoje procuro indicar para quem está vivenciando um processo de transição.

Trata se de algo muito simples, mas com um grande poder de nos ajudar a seguir com nosso propósito:


Pegue uma folha em branco, divida em 2 quadros e anote as seguintes perguntas:

  • Qual o melhor cenário, caso o meu negócio dê certo?

  • E se tudo der errado?

Isso irá lhe permitir ter uma visão de futuro, podendo ajudar a criar as ações que te levarão a atingir seus objetivos.


Feito isso, era hora de colocar a mão na massa e uma das primeiras coisas que fiz foi listar os serviços que eu poderia oferecer.


Também fui criando uma comunicação que pudesse ser assertiva para quem não conhecia a profissão de AV, o que era absolutamente normal, visto que tratava-se de um mercado ainda pouco explorado.


Comecei ainda a frequentar eventos de empreendedorismo, onde pude ir treinando o pitch sobre o meu novo negócio.


Isso me ajudou a definir melhor qual seria o meu campo de prospecção: que eram os pequenos e médios empreendedores.


Essa é uma das fases mais importante do mapa de prospecção, já que sua comunicação deve ser ajustada conforme o nicho que você pretende atuar.


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